ALERTA HISTÓRICO À CLASSE TRABALHADORA E À MILITÂNCIA POPULAR 12-05-2026

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O Brasil vive um dos momentos mais perigosos de sua história. O avanço da extrema-direita, do fascismo e da submissão econômica ao capital internacional ameaça não apenas os direitos sociais, mas a própria soberania nacional.

Enquanto o povo enfrenta desemprego, fome, precarização do trabalho, endividamento e destruição dos serviços públicos, bancos, grandes empresários e o mercado financeiro acumulam lucros bilionários às custas da exploração da classe trabalhadora.

O Brasil caminha para se transformar em uma colônia moderna do capital internacional: dependente, desindustrializado, financeirizado e socialmente destruído.

O fascismo cresce exatamente onde existe desesperança popular.

A extrema-direita ocupa espaços abandonados pela esquerda, inclusive dentro das igrejas, utilizando a fé, o medo e a manipulação ideológica para espalhar intolerância, ódio social, autoritarismo e perseguição aos movimentos populares.

Sem organização popular e sem consciência política, cresce o individualismo, o fundamentalismo reacionário e a destruição da solidariedade entre os trabalhadores.

Ao mesmo tempo, direitos históricos conquistados com décadas de luta estão sendo desmontados.

A pejotização, a terceirização irrestrita e a uberização transformam trabalhadores em mão de obra descartável, sem estabilidade, férias, aposentadoria digna ou proteção social.

As reformas trabalhistas e previdenciárias aprofundaram a exploração e retiraram direitos fundamentais da população.

É necessária a revogação das medidas que destruíram direitos trabalhistas e previdenciários desde a Constituição de 1988.

Direitos não são privilégios. São conquistas históricas da luta popular.

Também é urgente defender o SUS, patrimônio do povo brasileiro, atacado permanentemente pelos interesses privatistas. Sem saúde pública forte, gratuita e universal, milhões de pobres estarão condenados ao abandono e à morte social.

Da mesma forma, não haverá democracia verdadeira sem reforma agrária popular. A concentração de terras nas mãos do latifúndio perpetua fome, violência, desigualdade e dependência econômica.

O combate ao fascismo não será vencido apenas nas eleições.

Será vencido com povo organizado, trabalho de base, formação política, fortalecimento dos sindicatos, dos movimentos sociais, da juventude, das periferias e da consciência de classe.

O Brasil chegou a uma encruzilhada histórica.

Ou a classe trabalhadora volta a ocupar o centro da luta política nacional, ou o país aprofundará sua submissão ao imperialismo, à extrema-direita e à destruição dos direitos sociais.

Sem soberania nacional não existe democracia. Sem direitos trabalhistas não existe dignidade. Sem SUS não existe justiça social. Sem reforma agrária não existe igualdade. Sem organização popular não existe futuro.

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