Titular do ISSEC diz que governo estadual defende coparticipação, mas não tem modelo pronto

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…e traçou um perfil nada otimista da assistência à saúde dos servidores estaduais. Segundo ela, o modelo atual, sem contrapartida dos usuários, não se sustenta por muito tempo.


Para desenhar um novo modelo baseado na coparticipação, está sendo criado um grupo de trabalho (GT) formado pelas cinco entidades que formam a coordenação do fórum (MOVA-SE, NUTEC, DETRAN, SINTAF e ASPRAMECE) e o ISSEC, representando o governo.


Nos próximos meses, governo e servidores terão a difícil tarefa de trabalhar juntos na definição de um modelo de assistência à saúde que seja viável, eficiente e sustentável.


Uma das diretrizes é que a coparticipação será aplicada apenas aos procedimentos eletivos, caso das consultas e exames. Para os procedimentos hospitalares como emergências, internações e cirurgias o ISSEC continuará cobrindo integralmente. Outro ponto que deverá prevalecer é o desconto em folha de no máximo 20% da tabela do ISSEC. Também poderá variar para menos, de acordo com a faixa salarial.


No final, dois dirigentes do Sindicato dos Servidores Estaduais de Pernambuco apresentaram as vantagens e problemas do modelo de assistência à saúde adotado no estado vizinho hà 10 anos. Servidores de vários órgãos ouviram as explicações e fizeram perguntas e questionamentos que foram respondidos.

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