Sindicato cobra soluções para problemas no Hospital São José

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MOVA-SE NA LUTA PELA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO DOS
SERVIDORES. Sindicado cobra soluções para problemas no Hospital São
José.

Falta de EPIs (vestimenta/fardamento) e redução de horas extras colocam em
risco a segurança e saúde do trabalho dos servidores. No dia 17 de maio de
2024, o MOVA-SE, representado pela diretora da Saúde do Trabalhador (a) do
Sindicato, Mary Anne de Lima acompanhada do assessor jurídico Dr. Rafael
Marques, estiveram presentes em uma reunião no Hospital São José, para
discutir a preocupante falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
tocante aos uniformes/fardamentos, que afeta diretamente os profissionais da
saúde, que apesar da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará negar, em
reunião realizada em abril com o sindicato, a existência de problemas com a
lavanderia contratada, a realidade vivenciada pelos profissionais é bem
diferente. Essa situação coloca em risco a saúde e a segurança dos
trabalhadores(as), além de dificultar o fluxo de trabalho. Diante dessa situação,
o MOVA-SE cobra da SESA e das Diretorias de Gestão de toda rede de
Hospitais o cumprimento imediato da NR 32, que garante o fornecimento
completo de EPIs aos trabalhadores(as).

A gestão do Hospital São José informou que vem tomando medidas para tentar
solucionar o problema, entrando na justiça contra a empresa fornecedora
desse serviço, inclusive já houve multas e notificações à empresa. No entanto,
o MOVA-SE cobra da SESA e das gestões de todas as redes dos hospitais o
cumprimento imediato da NR 32, que garante o uso completo de EPIs para
todos os trabalhadores, visando garantir sua segurança e saúde no ambiente
de trabalho.

Outra grave preocupação levantada pelo MOVA-SE nessa ocasião é a redução
da quantidade de horas extras para os servidores, sem a devida reposição de
pessoal para suprir as demandas e suprir as necessidades do público. Essa
medida, implementada no Hospital São José e em outros hospitais da rede
SESA, gera um aumento na carga de trabalho dos profissionais, levando ao
desgaste físico e mental.

Isso ocorre em decorrência da SESA ter deixado de realizar as progressões
funcionais dos servidores desta secretária durante mais de dois anos e
continuou com esse descumprimento da lei após o findar da Pandemia, mesmo
sendo um direito garantido no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do
Estado – 9.826, de 14 de maio de 1974.

O MOVA-SE ressalta que este problema foi criado pela própria SESA, que
realizou de forma morosa as acessões funcionais dos servidores e, quando o
fez, não ajustou o teto de horas extras dos hospitais. Essa falha vem
ocasionando a sobrecarga de trabalho e precarização das condições de
trabalho, levando ao desgaste físico e mental dos profissionais, pois este
continua tendo que suprir a mesma quantidade de demanda e bater as
mesmas metas em menos horas trabalhadas, pois as horas extras foram
reduzidas e o chamamento dos aprovados da extinta FUNSAÚDE está sendo
feito às duras penas.

Canais de denúncia

O MOVA-SE orienta os servidores que se sentirem prejudicados por essa
situação ou qualquer outra usurpação de direitos, entre em contato com a
entidade através dos canais de denúncia. Procure o sindicato e faça sua
denúncia. O MOVA-SE coloca-se à disposição através das redes sociais
@sindicato_movase ou por e-mail: denuncia@mova-se.com.br, por telefone
(85) 3023-3572 / (85) 992917152 (WhatsApp) e atendimento presencial na
sede do sindicato. Use também a ouvidoria do Estado – disque 155 e faça sua
denúncia.

O MOVA-SE que tem a frente o Coordenador, Pádua Araújo, está
comprometido em lutar pelos direitos dos servidores(as) da saúde e toda
categoria para garantir condições de trabalho dignas e seguras.

MOVA-SE na luta pelos direitos dos servidores públicos!

 

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