Lupi promete priorizar revisão da Reforma da Previdência e dá um ano para fim da fila do INSS

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“Temos que entender que a maioria tem que ser protegida, não a minoria”, afirmou o ministro

 

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, foi empossado como ministro da Previdência na tarde desta terça-feira (3), em Brasília (DF), em cerimônia na sede do ministério. No discurso, falou das prioridades da pasta e, em especial, citou a revisão da Reforma da Previdência.

“Quero formar comissão quadripartite, com uma representação dos sindicatos patronais, com sindicatos dos empregados, com sindicatos dos aposentados e com governo, nós precisamos discutir com profundidade o que foi essa antirreforma da Previdência, discutir com números e com profundidade”, afirmou Lupi.

Aprovada e sancionada em 2019, no primeiro ano do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que abandonou o país em 30 de dezembro do ano passado, a Reforma da Previdência foi criticada por Lupi.

“Precisamos cuidar dos atrasos, do desrespeito, acinte à cidadania que foi feito com essa antirreforma da Previdência. Temos que ter coragem para enfrentar isso… Essa reforma foi feita só para tirar direitos. Somos uma sociedade que temos que entender que a maioria tem que ser protegida, não a minoria”, protestou.

Por fim, Lupi afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende zerar a fila do  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e devolver o órgão aos padrões estabelecidos durante a primeira gestão do petista.

“A nossa intenção é zerar a fila e voltar ao que era no governo Lula inicial, de cinco dias para a obtenção do benefício”, encerrou Lupi.

Edição: Thalita Pires

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