Servidores estão sem auxílio-alimentação

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O Sindicato Mova-se tem recebido constantes ligações telefônicas de servidores de várias unidades da saúde reclamando sobre o corte do auxílio-alimentação. Essa atitude abusiva e autoritária parte do secretário da saúde, Henrique Javi, ao alegar que a Lei 1.363/03, regulamentada pelo Decreto 27.471/04 prevê auxílio alimentação para trabalhadores submetidos a jornada de trabalho de, pelo menos 40 horas semanais. No entanto, o secretário esquece que todos os servidores trabalham oito horas diárias, apesar de contratados por seis horas, uns recebem hora-extra e outros por algum tipo de gratificação.


Para a diretora da Saúde do Trabalhador, Socorro Mota, o secretário tomou uma posição de dois pesos e duas medidas, tratando iguais de forma desigual. “Os vales são para quem trabalha oito horas, sendo que todos trabalham oito horas. Porém, os servidores contratados para seis horas diárias estão sendo compensados por meio da Gratificação de Incentivo a Qualidade do Trabalho (GITQ) e na forma de hora-extra. Portanto, devem ter o mesmo tratamento”, afirma.

 

 

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